“Deixem de Roubar a Académica”

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Reproduzimos um texto fantástico que se encontra no Facebook, na página “Fãs do Dr. Barra da Costa”. Devido ao número elevado de partilhas, decidimos nós também fazê-lo chegar a quem anda mais distraído.

Podem encontra o mesmo texto emhttp://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=285773731531514&id=139149589527263

N’Dinga foi um jogador no futebol português que marcou uma época em termos de corrupção, não pela pessoa em si, com quem cheguei a privar, mas por aquilo que fizeram do seu processo de inscrição fraudulento.
Os sinais desse tempo pareciam ter desaparecido, não obstante seja difícil esquecê-lo, muito em especial para os adeptos da Associação Académica de Coimbra, que se lembram bem daquilo que resultou do carimbo de um passaporte zairense fabricado a partir de uma meia-laranja, até à conivência daquele que hoje como ontem continua a servir simplesmente para, subserviente, pegar na pasta do presidente da federação, passando pelo tribunais que condenaram a Federação e o Vitória de Guimarães a pagar (mas nunca pago) um milhão de contos à Académica pelos danos causados, entre os quais, a descida à segunda divisão de futebol, onde militou durante anos. Coisa que o actual presidente da AAC quis fazer passar à história, abrindo os braços a essa gentinha. Não há ninguém perfeito, nem mesmo na AAC, é o que é!…

Enfim, continuamos hoje em Coimbra a gritar «QUEREMOS O CARIMBO!», querendo com isto significar que nunca esqueceremos essa incompetência, essa vergonha, esse escarro que foi lançado sobre a AAC. Mais. É que embora todos os criminosos desse processo tenham sido identificados, ninguém foi preso. Ontem como hoje, também!


Entretanto as coisas não deixaram de decorrer nesse sentido, isto é, mais ano menos ano a AAC continuou a ser vítima de meia dúzia de preopinantes que se sentiram cobertos e protegidos por essa cáfila «superior» que se entranhou no nosso futebol como mancha de óleo. Quem não recorda um célebre AAC-Estrela da Amadora, em 1998, onde a PSP chegou a disparar tiros de bala real para obstar a que o árbitro da altura fosse rapado! Quem não se lembra do AAC-Naval, com o Jorge Sousa a sair do relvado preso por um agente da PSP mais emocionado, situação que depois foi transformada num acto de protecção policial, epifenómeno que deu origem a um texto meu na minha então página do 24horas e depois a um meu julgamento carnavalesco no tribunal de Paredes! E aquele senhor «espanhol» que veio da Madeira para receber uma salva de prata em Leiria e que dois meses depois, não satisfeito e atrevido, foi capaz de vir a Coimbra arbitrar outra vez um jogo da AAC, dessa vez com o Benfica, jogo ganho por esta Sociedade Anónima Dita Desportiva com um golo em fora de jogo (o que já é de repudiar) e com o braço, golo este que o «dux latronorum» (chefe dos ladrões, em latim) havia de considerar no dia seguinte, para tentar lavar as mãos, como «não devendo valer»… Mas valeu, pois claro!
E depois disso, muitos mais, desde o rapazinho de calções de Vila Real, apanhado a comer leitão na Mealhada com os dirigentes do clube que havia beneficiado horas antes no Calhabé, até ao filho de um outro árbitro que ainda no estádio da Luz havia de garantir que os jogadores da AAC são pessoas, logo têm braços, mas os do seu clube, o Benfica que arbitrara horas antes e lhe encheu a mala do carro, têm asas, porque são águias, logo quando a bola é tocada pelos seus membros superiores na áreanunca há penalti, contrariamente ao que fez com os defesas da AAC.
Meus caros, por estas e por outras só voltei a entrar num campo de futebol passados muitos anos. Fi-lo no domingo, para meu azar. Agora é vê-los desculparem-se com o depósito desconhecido na conta do sobrinho do energúmeno, na CGD lá perto do Dom Afonso Henriques, que embora tendo uma coisa na mão, não quis saber o que devia fazer com ela; no fundo, apadrinhado pelo patrão, que à sua conta não deixou os créditos por mãos alheias em penalti e expulsões estratégicas.

Que vai acontecer? Nada. Só me apeteceu vir aqui postar um «DEIXEM DE ROUBAR A ACADÉMICA», porque a AAC até veste de negro. Se fosse de vermelho ainda se compreendia as investidas, mas não é o caso. Trata-se do clube mais antigo, que não quer ser beneficiado. Todos nós aceitamos a derrota quando tem de ser.Mas a AAC é um clube formado por gente séria, como muitos outros clubes, e os seus responsáveis e adeptos fazem muitos sacrifícios. Pois é, humilhação e provocação gera violência física e um dia alguns mais exaltados passarão a corda por cima da baliza do topo sul, como já esteve para acontecer com aquele lázaro que um dia chegou ao desplante de expulsar CINCO elementos da AAC, nem ao médico perdoando o vermelho, ninguém sabe porquê. Nem o próprio apitador. Vejam bem, tudo aquilo por causa de uma sociedade numa fábrica de equipamentos desportivos entre o presidente do clube beneficiado e um seu cunhado.

DEIXEM DE ROUBAR A ACADÉMICA. Será pedir muito que uma tarja com esta frase comece a ser colocada em todos os jogos da AAC, em especial quando joga com SADD tipo colombianas ou «organizações mais organizadas»? Ou simplesmente devemos correr a pontapé os quadrúpedes humanos que lhes dão cobertura?! Vamos falando… Mas até lá, malta briosa, não esquecer: DEIXEM DE ROUBAR A ACADÉMICA! Barra da Costa

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